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Um passeio pela História do Leite

A produção e a utilização do leite como alimento entrelaçam-se às origens de muitas culturas humanas, principalmente à nossa, à do Velho Mundo e, particularmente, à mediterrânea. O termo leite provavelmente deriva de “mirjati”, que significa acariciar ou esfregar, identificando a ação de tirar leite, ou da palavra teutônica melki ou melkan cujo significado é ordenhar.

O primeiro leite animal que entrou na alimentação humana foi o leite de cabra, logo depois o de ovelha, embora algumas culturas tenham aprendido a utilizar os leites de camela, asna e égua, rena e búfala.

Considera-se que o homem, ou provavelmente a mulher, começou a domesticar animais leiteiros entre os anos 8000 e 5000 antes da nossa Era, na Ásia ou na África sul-oriental. Os testemunhos mais antigos desta primeiras tentativas são de 3100 a.C. e os encontramos nas peças achdas nas escavações de TellU baid, Bagdá, no “friso dos ordenhadores”  a cena que representa uma pessoa sentada enquanto ordenha.

Fonte: O leite e a vida – Giovanni Ballarine

Queijo: o rei dos produtos lácteos!

Se tem uma coisa que é quase uma unanimidade entre os povos, é a paixão pelos queijos. Tanto que a autoria de sua criação é disputada por diversas nações.  Os franceses são os líderes em consumo per capto: cada francês consome por ano 22 quilos de queijos. A variedade do país também se destaca com mais 400 tipos catalogados.

Iguaria necessária

Uma das histórias contadas relata que um comerciante nômade levou leite de cabra  em um cantil feito de estômago seco de carneiro para se alimentar durante uma longa viagem.  Após atravessar uma subida ingrime, sob um sol escaldante foi beber o leite e se deparou com um líquido ralo (o soro do leite). Faminto e curioso, o viajante cortou o cantil e viu que o leite tinha se transformado numa coalhada branca, de paladar palpável para um homem com fome. E percebeu que poderia preparar a iguaria com mais sabor e tempero para prolongar a vida do leite.

A reação química de todas as receitas continua a mesma!

O que aconteceu no cantil feito de pele de carneiro com o tal viajante, foi uma reação química. O resíduo de coalho existente no estomago do carneiro parcialmente seco  coagulou o leite, transformando-o em coalhada.  Tal história se passou há milhares de anos e, até hoje o principio de qualquer receita de queijo é a coagulação do leite, porém de maneira muito mais higiênica e prática.

Uma explosão de sabores

A diversidade de receitas e tipos de queijos existentes no mundo hoje é quase que incalculável. Classificamos em seis tipos os queijos mais consumidos mundo afora, e indicamos sugestões de consumo para o seu deleite!

Hoje é dia de Queijo Emental,

Emental – emmental  – emmentaler qual é palavra certa? Todas estão certas depende de onde você está comendo aquele queijo cheios de olhaduras. Um queijo de origem suíça recebe o nome de Emmental por  ser produzido na região de Berna onde um rio de nome Emme percorre todo o vale.

 É produzido desde o século XIII a parte da sua receita original ainda é mantida até hoje. Feito de leite de vacas preferencialmente alimentada a pasto ou com feno, a receita deve ser seguida à risca, é proibida a adição de qualquer outra substância adicional ou ingrediente geneticamente modificado.

Este queijo é produzido de três formas: primeira ´´Classic´´ que passa por um período de maturação de 4 meses. Dando a o queijo um sabor suave e aroma de nozes. Segundo ´´Réserve´´, maturado pelo menos por 8 meses. E terceiro ´´Amadurecido em cave´´ que tem maturação por no mínimo 12 meses e deixa o queijo com sabores e aromas mais intensos.

Possui massa de consistência média e característico buracos internos, seu sabor e suave e adocicado pode até ser levemente picante, cor amarelada. Agrada o paladar tanto de crianças como adultos. Derrete muito bem, por isso vai bem em sanduíches de queijo. Combina muito bem com presunto Ele pode ser consumido também com frutas, aperitivos, gratinados e outras receitas além dos clássicos  vinhos tintos ou brancos.

Parmesão – “nosso” queijo do dia dia!

Parmesão -um queijo Italiano com denominação de origem protegida. Devido a sua popularidade na culinária, este tipo de queijo foi copiado e é produzido em regiões com presença de colônias italianas como por exemplo, no Brasil.  “Nasceu” como   Parmigiano-Reggiano o queijo mais conhecido no mundo e, provavelmente, um dos mais antigos da Itália. Fala-se que já era conhecido pelos etruscos e bastante apreciado na época romana.

 Hoje é produzido em grandes quantidades em uma área relativamente pequena na região de Emilia Romagna, no centro da qual estão as cidades de Parma e Reggio Emilia, a partir do qual leva o seu nome (as províncias de Parma, Reggio Emilia, Modena, Mantua à direita do rio Pó, e Bologna à esquerda do rio Reno).

É classificado como semigorduroso, de massa dura e cozida, de cura lenta e natural, com coloração palha claro,  finamente granulado, e com cavidades muito  finas. É consumido em lascas graúdas (pequenos blocos) e, muitas vezes, de forma ralada.

Apresenta um sabor perfumado e delicado, mas não picante. O Parmigiano-Reggiano é uma importante fonte de energia,de assimilação rápida e imediata; contém pouca gordura, é rico em proteínas (329g por kg) e vitaminas e minerais, incluindo o cálcio e o fósforo, de rápida assimilação. Todas estas características fazem dele um alimento completo de fácil digestão, perfeito para atletas e crianças.

Grana Padano X Parmigiano-Reggiano?

O Parmigiano-Reggiano e o Grana Padano são, muitas vezes, considerados como dois queijos de características muito semelhantes e, por isso, totalmente permutáveis em muitas receitas. No entanto, isto não é completamente verdadeiro.

Originalmente, os dois queijos foram produzidos da mesma forma e na mesma região, a planície do Pó, uma vasta área abrangendo diversas regiões do Norte da Itália (Emilia Romagna, Veneto, Lombardia, Piemonte, Trentino).

   Mas em algum ponto da história, o povo de Emilia-Romagna começou a produzir seu próprio queijo e o chamou de Parmigiano-Reggiano. Embora os dois queijos sejam duros e tenham a mesma estrutura, o mesmo granulado branco ligeiramente amarelo, há algumas diferenças importantes que distinguem o Grana Padano do Parmigiano-Reggiano.

No Brasil o queijo PARMESÃO  é feito com leite de vaca cru, para atender a legislação precisa maturar no mínimo por 6 meses, com o ideal de 12 meses, sendo que alguns especiais chegam ao tempo de 2 anos de maturação.

O PARMESÃO vai bem com vinhos encorpados, ou cerveja gelada. Muitíssimo usado na culinária em sua forma ralado para gratinar massas de um modo geral, indispensável na composição da táboa de queijos.

Fonte – I Formaggi Ita l i a n i

Queijo Asiago? Quem conhece geralmente gosta muito, e você?

Originado na cidade de Asiago, província de Vicenza, Itália. Tradicionalmente, era feito de leite de ovelha, hoje, por lá ele também é produzido com leite cru de vaca, pode ser no formato cilíndrico ou quadrado em formas de até 20 kg. Quando fresco possui casca lisa e amarelada durante o processo de maturação a casaca vai escurecendo até chegar o amarelo escuro.

 Asiago: um queijo, dois sabores distintos, duas versões 1 – Asiago pressato d’Allevo 2 – Asiago d’Allevo.

1 – Asiago pressato d’Allevo feito com leite integral e maturação em torno de 25 dias, é um queijo de textura elástica e sabor mais adocicado.

2 – Asiago d’Allevo, fabricado com leite desnatado e com longo período de maturação, que pode chegar a 01 ano, o que o torna um queijo de textura mais granulosa, sabor frutado e levemente picante.

Com base no nível de maturação, o queijo Asiago pode ser usado para ralar, derreter, cortar em diversos tipos de saladas, sanduíches, sopas, massas e molhos.

Como o nome Asiago tem denominação de origem protegido o único Asiago “autêntico” é produzido em torno da área  alpina do Planalto Asiago nas regiões de Veneto e Trentino-Alto Adige.

 O queijo Asiago, que é produzido e maturado em laticínios localizados a mais de 600 m (2.000 pés) acima do nível do mar, usando leite de fazendas também a mais de 600 m (2.000 pés) acima do nível do mar, tem direito ao rótulo adicional “Produto das montanhas “.

O Asiago fresco é rico em fermentos lácteos vivos, enquanto que o curado é mais rico em proteínas, minerais e NaCl. Excelente queijo de mesa, é usado em muitos pratos regionais e pode até ser utilizado ralado, nas versões curadas.

No Brasil encontramos o queijo TIPO asiago, produzido com leite pasteurizado.

Os vinhos que combinam com o Asiago de Allievo, devido ao seu gosto marcante, são os tintos: um Merlot, para quem quiser ficar na região geográfica, ou um Piave Cabernet. Já para o Asiago Pressato são melhores os brancos ou rosés, como o Biferno Rosato.

Em breve, na CASA LÁCTEOS!

Quem resiste as olhaduras do Queijo Gouda?

Gouda – um queijo de origem holandesa cujo nome remete à cidade de Gouda, na Holanda, onde este tipo de queijo era tradicionalmente comercializado. É um dos queijos mais consumidos no mundo. Ele e da família de queijo de massa semidura, (o que faz o queijo ser semiduro é um processo de cozimento que deixa a massa seca e também faz com o que ela fique mais firme) O nome “Gouda” não é protegido, portanto trata-se hoje de uma classificação genérica para vários queijos  com características similares, produzidos em vários lugares do mundo.

O queijo Gouda é tipicamente produzido com leite de vaca pasteurizado, mas alguns pequenos produtores utilizam o leite de cabra ou de ovelha e maturam o queijo em torno de 50 dias.

Para se conseguir aquelas belíssimas olhaduras no Gouda é muito comum se adotar um tipo de fermentação conhecida como aromática por resultar na formação de gás (olhaduras) e de diacetil, um composto volátil e bastante aromático. A fermentação aromática resulta em queijos com sabor excelente.

O Gouda possui uma textura macia e tem a casca fina, uma característica típica é uma massa mais untuosa, tem um sabor suave ligeiramente adocicado. Possui pequenas olhaduras, com cores alaranjada, massa cremosa e sabor amanteigado com toque de nozes.

 E um queijo Fácil de cortar e de ralar pode ser servido com aperitivos, com frutas ou até mesmo derretido. Seus aromas são delicados e lembram um pouco amêndoas e manteiga fresca.

A indústria Brasileira geralmente comercializa o queijo gouda com até 3,0 kg.  Embalados com material Nylon poli, termoencolhíveis. O Gouda fica muito bem em temperaturas de 1 a 10 °C.

Tabua de queijo personalizada, a CASA LÁCTEOS faz para você.

Queijo GORGONZOLA, você conhece porque tem esse nome?

gorgonzola pertence a família dos queijos azuis, sua origem é Italiana, fabricado com leite   integral de vaca,  de massa gorda, crua e cremosa, sabor agradável e um aroma intenso, dependendo do memento da degustação  pode ser um pouco picante. Durante a maturação são injetados fungos, o Penicillium que fazem com que tenha veias verde azuladas.( Os veios azuis são obtidos, perfurando-se inúmeras vezes os queijos, para que o fungo se desenvolva, já que necessita de oxigênio para seu crescimento).

O Gorgonzola foi descoberto meio que por acaso, no norte da Itália, na época os queijos não tinham nomes, e o queijo feito em uma determinada região acabava levando o nome do lugar.

Por muito tempo o gorgonzola era usado como alimento e também como remédio, quanto a sua comercialização levou algum tempo até que as técnicas de fabricações fossem aperfeiçoadas, o próprio aspecto do queijo não contribuía muito para sua aceitação nos mercados que atendiam as classes mais favorecida economicamente na época.  Foi durante a 2º guerra mundial que o queijo Gorgonzola deu “um salto para o mundo”.

Etapas de fabricação:

Pasteurização; Adição Cultura láctea e pré-fermentação; Adição da solução de esporos do Penicillium roqueforti; Adição da solução de esporos do Penicillium roqueforti; Corte da massa: Agitação: Retirada do soro: Enformagem; Salga; Maturação. (Se tiver dificuldade em produzir, passe na CASA LÁCTEOS para uma degustação e leve o seu).

Dicas: Quando for comprar seu gorgonzola, ele deve apresentar olhaduras mecânicas que facilite a troca de oxigênio na massa o que dará um bom crescimento do fungo. Se a casca não estiver lisa, não se preocupe, pois o Gorgonzola não é um queijo prensado e a massa não pode estar compactada, sob pena do fungo não crescer.

OBS. Em sua taboa de queijo, já mais deixe de usar o GORGONZOLA, ele irá conferir o mix de sabor e elegância.

BRIE E CAMEMBERT – Quem é Quem?  A Casa Lácteos vai te ajudar.

BRIE E CAMEMBERT – Quem é Quem? A Casa Lácteos vai te ajudar.

Você sabe a diferença entre os queijos BRIE E CAMEMBERT.  A Casa Lácteos vai te ajudar.

O Camembert se difere do Brie em detalhes significantes. Começando pela sua origem, o CAMEMBERT tem como origem a cidade da Normandia noroeste da França. Orginalmente o queijo é produzido com leite cru de vaca, pode ser produzido também com leite de cabra e de ovelha. Sua casca branca é devido ao crescimento de fungos do Gênero Penicilium.

No Brasil, os queijos Camembert, são produzidos com leite pasteurizado, seu tempo de maturação é em torno de 15 dias.

O Camembert tem uma massa de cor amarelo Claro, levemente salgada, amanteigada, aroma agradabilíssimo, textura macia e a famosa casca branca e aveludada. Geralmente é comercializado em peça inteira em torno de 250 gramas.

Para a adequada degustação deste queijo, deve-se retirá-lo da geladeira com antecedência de uma hora e esperar adquirir a temperatura ambiente, deve ser cortado ao meio e, em seguida, ser fatiado, sempre do centro para a extremidade. Obtém-se, deste modo, um equilíbrio ideal entre a crosta e a massa em cada fatia. A casca é comestível, tem um sabor mais acentuado. Há estudos que afirmam que a casca branca faz muito bem a saúde.

O QUEIJO BRIE, também francês, este nascido em Abadia de Notre Dame, no século XI depois de Cristo. Orginalmente o queijo é produzido com leite cru de vaca, o tempo de maturação é em torno de 30 dias, possui massa macia e cremosa, com superfície coberta por fungos do Gênero Penicilium. No Brasil o Brie é produzido com leite pasteurizado.

Durante a Maturação ocorre uma degradação enzimática de dentro para fora devido á presença do fungo que cresce na superfície do queijo, e como resultado temos um queijo de casca branca, massa de cor amarelo claro, textura macia e cremosa, sabor suave. Com o passar do tempo, o processo de maturação continua e como consequência temos um queijo cada vez mais cremoso com sabor e aroma cada vez mais forte.

O queijo Brie pode ter maior teor de gordura. Creme de leite é às vezes adicionado ao Brie, dando-lhe um maior teor de gordura de leite e uma textura mais cremosa. Estes queijos brie recebem uma nomenclatura adicional, baseada em quanto creme é adicionado, e serão rotulados como “double-crème” ou “triple-crème”.

 O Brie é frequentemente vendido em fatias. A razão para isso é o tamanha. Tradicionalmente, uma roda de Brie mede entre 23 e 43 centímetros de diâmetro (1 a 3 quilos),

Uma coisa é certa, são indispensáveis na composição de uma bela taboa e queijos. Vão bem com geleias e vinhos, o tinto Pinot Noir ou os brancos Chardonny e Sauvignon Blac confere uma harmonização incrível.

Do pé ao Pote – Uma fábrica de Doces Orgânicos tocada em família.

No alto da Serra da Mantiqueira, em Carmo de Minas, está localizada a Fazenda do Pé ao pote.
Uma das primeiras propriedades do Brasil com o selo de certificação de produtor orgânico, registro 096 no IBD (Instituto Biodinâmico), tem 95% de sua matéria prima extraída da fazenda. Na CASA LÁCTEOS uma realização familiar você encontra essas maravilhas!

GELEIAS – QUAL É A SUA PREFERIDA?

A geleia é um doce feito de frutas inteiras, em pedaços ou somente com a polpa. Além de apresentar uma aparência semitransparente, ela também possui consistência bem gelatinosa, por causa da pectina (contida nas frutas ou adicionada).

Há controvérsia sobre a origem desse alimento, não se sabe ao certo quem o inventou. O que temos certeza é que a geleia foi um importante passo para preservação/conservação do alimento. Pode-se prepara a geleia com fruta da estação e saborear a mesma fora dela. Isso sem dúvida foi um grande achado antes da invenção da geladeira. Concorda?

Quem não gosta de geleia? São leves, docinhas e saborosas, opção perfeita para acompanhar diversos alimentos! Vão bem nos recheios de tortas, coberturas de bolos, irresistíveis no café da manhã quando passadas no pão ou na bolacha salgada e simplesmente uma Maravilha. Na CASA LÁCTEA você encontra diversos sabores, de marcas diferes, com selo orgânico, e até uma bem caseira feita por mim mesma!

Queijo ” em forma de JOIA”

Queijo PARMESÃO reserva Especial, com 12 meses de maturação, acondicionado em uma lata de aço exclusivo. Foi o que a TIROLEZ fez para comemorar seus 40 anos no mercado, uma das maiores empresa nacional voltada exclusivamente, para produção dessa iguaria chamada QUEIJO.

Para ser chamado de parmesão, o queijo precisa de pelo menos 180 dias de maturação. O reserva especial tem o dobro do tempo exigido o que o torna especial.

 O tempo de maturação transforma, as proteínas formam pequenos cristais, isso faz toda diferença na degustação. Na CASA LÁCTEO você encontra, venha conhecer, leve o seu e quem sabe outro para presentear alguém especial! Temos pouca unidades.

Azeite de Oliva, um dos alimentos mais antigo na alimentação humana,

A palavra “azeite” provém do vocábulo árabe “Az-zait”, que significa sumo de azeitona. Os fenícios, sírios e armênios foram os primeiros povos a consumi-lo, cabendo aos gregos e romanos levá-lo para a Europa e o Ocidente, permanecendo por séculos restrito aos povos do mediterrâneo. No século XVI, os espanhóis introduziram o azeite no Peru, Chile e México e, no século XVIII, nos EUA.

Iguaria apreciada por suas múltiplas utilizações na alimentação, medicina, higiene e beleza. Dos quase 300 tipos de azeitonas conhecidas, menos de 30 espécie são utilizadas para produzir o azeite.

A integração da oliveira e do azeite na cultura popular também entra no terreno religioso. Conforme os gregos, Aristeu foi o responsável pela sua divulgação na Península Balcânica, pelo mar Egeu e posteriormente, pela Sardenha e Sicília.

No Brasil a produção de Oliveiras para produção de azeite é recente, tem em torno de 10 anos. Encontramos produtos de excelente qualidade nos Estados de Minas Gerais e Rio Grande do Sul. A produção nacional de azeite está longe de abastecer o mercado local, um dos países que mais importa essa iguaria.

Na casa Lácteos você encontra um azeite nacional, “novinho” que não precisou cruzar o mar e ficar meses armazenado, entre porto, distribuidor e no ponto de venda, e um azeite feito brasileiríssimo, venha conhecer!

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