Se tem uma coisa que é quase uma unanimidade entre os povos, é a paixão pelos queijos. Tanto que a autoria de sua criação é disputada por diversas nações.  Os franceses são os líderes em consumo per capto: cada francês consome por ano 22 quilos de queijos. A variedade do país também se destaca com mais 400 tipos catalogados.

Iguaria necessária

Uma das histórias contadas relata que um comerciante nômade levou leite de cabra  em um cantil feito de estômago seco de carneiro para se alimentar durante uma longa viagem.  Após atravessar uma subida ingrime, sob um sol escaldante foi beber o leite e se deparou com um líquido ralo (o soro do leite). Faminto e curioso, o viajante cortou o cantil e viu que o leite tinha se transformado numa coalhada branca, de paladar palpável para um homem com fome. E percebeu que poderia preparar a iguaria com mais sabor e tempero para prolongar a vida do leite.

A reação química de todas as receitas continua a mesma!

O que aconteceu no cantil feito de pele de carneiro com o tal viajante, foi uma reação química. O resíduo de coalho existente no estomago do carneiro parcialmente seco  coagulou o leite, transformando-o em coalhada.  Tal história se passou há milhares de anos e, até hoje o principio de qualquer receita de queijo é a coagulação do leite, porém de maneira muito mais higiênica e prática.

Uma explosão de sabores

A diversidade de receitas e tipos de queijos existentes no mundo hoje é quase que incalculável. Classificamos em seis tipos os queijos mais consumidos mundo afora, e indicamos sugestões de consumo para o seu deleite!

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